Van Gogh foi incompreendido no século XIX, emocionou o século XX e continua emocionando o século XXI. Diferentemente de vários artistas modernos ou mesmo contemporâneos, que apenas nos impactam, Vincent nos emociona, nos toca no fundo da alma. Viajamos em sua companhia, seja através de suas imagens, seja através de suas cartas, seja através de sua história. Muito já foi escrito sobre sua obra e vida.

Antonin Artaud nos da um dos melhores caminhos para entrarmos neste universo obscuro, embora nele reine a luz, em seu livro “Van Gogh suicidado pela sociedade” http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/1401397.pdf

O holandês não construiu sua obra pictórica apenas com pincéis e tintas e telas…Sua vida estava ali. Totalmente ali. Parece pouco ou simples. Mas poucos de nós conseguem dar esse testemunho. Entrega total. Os milhões de turistas que visitam o Museu Van Gogh em Amsterdam, com toda sua tecnologia e arquitetura maravilhosamente bem executada, não encontram o pintor. Mas quando você para diante de uma de suas telas e frui….imediatamente você é contaminado, envolvido, emocionado por sua história impregnada nas cores e formas.

O filme “Loving Vincent” que esta para ser lançado e apresento aqui o seu making off é mais uma tentativa de passar ao público este ato mágico realizado por Van Gogh entre 30/03/1853 e 29/07/1890. A direção é de Dorota Kobiela & Hugh Welchman. Resta conferir se estará a altura do legado de Vincent. Se você estiver interessado em saber mais sobre esta imensa produção confira em http://lovingvincent.com

 

Why does Van Gogh still thrill us?

Van Gogh was misunderstood in the XIX century, rendered the XX century emotional, and keeps on provoking people’s emotions in the XXI century. In a different way than various modern, even contemporeneans artists, that only cause an impact on us, Vincent brings us strong emotions; he touches the depths of our souls. We travel in his company – be that through his images or through his letters or history. A lot has been written on his work and life.

Antonin Artaud gives us one of the greatest paths for us to enter this obscure universe, even though the light reigns on it, in his book “Van Gogh ― The Man Suicided by Society”: http://static.recantodasletras.com.br/arquivos/1401397.pdf.

The Dutchman hasn’t constructed his pictorial work with just brushes, paint, and canvas… All his life was there. It was completely there. It seems like it’s too little or too simple. But few of us can actually give this testimony. Total surrender. The millions of tourists that visit the Van Gogh Museum in Amsterdam, with all its technology and incredibly well-executed architecture… They don’t find the painter there. But when you stop before one of his paintings and just seize the experience… Then you are immediately contaminated, involved, deep-touched by his history found impregnated in the colors and in the forms.

The movie “Loving Vincent”, that is to be released soon (and here I present its making of), is yet another try to pass to the public this magical act made by Van Gogh between March 03, 1853 and July 29, 1890. Dorota Kobiela & Hugh Welchman are the directors. It remains to be known if it is good enough in relation to Vincent’s legacy. If you are interested in knowing more about this giant production, check it out here: http://www.lovingvincent.com.

Por que Van Gogh ainda nos emociona?

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