A palavra e a imagem

delacroix

Retrato de George Sand

O museu nacional Eugène Delacroix, administrado pelo Louvre, está localizado em uma das residências do pintor francês em Paris no 6, rue de Furstenberg, ao lado do Boulevard Saint-Germain. Quem já o visitou, caminhou por seu jardim intimista, pelos cômodos do apartamento do artista, ou mesmo em seu estúdio anexo à casa principal, percebe a atmosfera respirada no século XIX. O museu é impecavelmente, simples e envolvente.

No ano passado o museu adquiriu um retrato feito por Delacroix da escritora George Sand em 1834. Para comemorar esta aquisição foi preparada um exposição que resgata esta grande amizade entre o pintor e a escritora que compartilhavam Shakespeare e Byron, além de admirar a força da pintura espanhola.

O museu ganha uma imensa força com essa aquisição, trazendo para seu interior silencioso mais uma elo de Delacroix com o mundo, seja ele romântico nas notas de Chopin, seja na boemia de Paris urbana, seja no campo idílico de George Sand, seja nas poderosas imagens marroquinas que invadiram o território de sua pintura. A angustia de sua arte e a força de suas pinceladas estão na base do expressionismo.

The word and the image

The national museum Eugène Delacroix, managed by the Louvre, is located in one of French painter’s houses in Paris, number 6, Rue de Furstenberg, next to the Boulevard Saint-Germain. The atmosphere of the XIX century is easily noticed by people that have visited the place, walked through its intimate garden, through the rooms of the artist’s apartment, or even entered into his studio attached to the principal house. The museum is impeccably simple and enchanting.

Last year, the museum acquired a portrait of the writer George Sand, painted by Delacroix in 1834. To celebrate the acquisition, they prepared an exposition that covers the great friendship between the painter and the writer. They shared a passion for Shakespeare and Byron and were both fond of the strength of Spanish painting.

With this acquisition, the museum gains an immense strength, bringing to its silent interior one more link between Delacroix and the world ― be that romantic in Chopin’ s notes, be that in the bohemia of urban Paris, or in the idyllic field of George Sand, or even in the powerful Morrocan images that invaded the domain of his painting. The angst of his art and the strength of his brush strokes are in the very basis of Expressionism.

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